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Quantas Copas do Mundo a França tem? Entenda por que os franceses seguem entre os favoritos em 2026
Se existe uma seleção que acostumou o torcedor a chegar forte nas últimas Copas do Mundo, essa seleção é a França. Os franceses conquistaram o título em 2018, bateram na trave em 2022 e continuam aparecendo entre os...
Se existe uma seleção que acostumou o torcedor a chegar forte nas últimas Copas do Mundo, essa seleção é a França. Os franceses conquistaram o título em 2018, bateram na trave em 2022 e continuam aparecendo entre os principais favoritos para levantar a taça em 2026.
Mas afinal, quantas Copas do Mundo a França tem?
A resposta é simples: a seleção francesa possui dois títulos mundiais, conquistados em 1998 e 2018. E vamos combinar? Poucas equipes conseguiram se manter tão competitivas por tanto tempo quanto os franceses.
De Zidane até Mbappé, passando por Henry, Griezmann, Pogba e Kanté, a França construiu uma verdadeira fábrica de talentos nas últimas décadas. O resultado disso é uma seleção que mistura técnica, força física, velocidade e organização tática em praticamente todas as gerações.
E o mais curioso é que muita gente acredita que a história francesa nas Copas ainda está longe de acabar.
Inclusive, quem acompanha as projeções para 2026 já percebeu que a França continua aparecendo entre as equipes mais fortes nas odds das plataformas esportivas, como acontece na Vera Bet, onde as movimentações das seleções favoritas seguem mudando conforme amistosos, convocações e desempenho recente das equipes.
Mas antes de falar sobre as chances francesas para a próxima Copa, vale voltar um pouco no tempo e entender como a França se transformou em uma das maiores potências do futebol atual. Acompanhe!
Quantas Copas do Mundo a França ganhou?
A França possui dois títulos da Copa do Mundo:
| Ano | Sede | Adversário na final | Resultado |
| 1998 | França | Brasil | 3 x 0 |
| 2018 | Rússia | Croácia | 4 x 2 |
Os dois títulos aconteceram em momentos completamente diferentes da história do futebol francês. O primeiro marcou a explosão definitiva da seleção no cenário internacional. Já o segundo confirmou que a França havia conseguido construir um modelo consistente de formação de talentos.
E talvez esse seja justamente o maior diferencial dos franceses.
Enquanto várias seleções passam anos tentando se renovar após grandes gerações, a França parece sempre conseguir revelar novos craques.
1998: o primeiro título e o nascimento de uma geração histórica
A Copa de 1998 mudou completamente a relação da França com o futebol.
Até então, os franceses já haviam revelado grandes jogadores e tido campanhas importantes, mas ainda faltava conquistar o principal troféu do esporte.
E o cenário não poderia ser mais simbólico: o torneio aconteceu justamente em solo francês.
A equipe comandada por Aimé Jacquet chegou muito forte para a competição. O elenco tinha equilíbrio em praticamente todos os setores do campo:
- Barthez no gol;
- Blanc e Desailly na defesa;
- Deschamps e Petit no meio;
- Zidane organizando o time.
Mas ninguém brilhou mais do que Zinedine Zidane.
Na grande final contra o Brasil, a França simplesmente dominou o jogo e venceu por 3 a 0 diante de um Stade de France lotado. Zidane marcou dois gols de cabeça e entrou de vez para a história do futebol.
E vamos falar a verdade? Aquela imagem dele levantando a taça virou praticamente um símbolo da seleção francesa.
O título também ficou marcado por outro motivo importante: a diversidade do elenco francês. A equipe reunia jogadores de diferentes origens e acabou representando muito da pluralidade cultural do país.
Zidane virou símbolo de uma era
É impossível falar sobre a França nas Copas sem citar Zidane.
O camisa 10 foi muito mais do que um grande jogador. Ele virou o rosto da seleção francesa durante anos e participou de alguns dos momentos mais marcantes da história do torneio.
Entre os feitos de Zidane estão:
- campeão da Copa de 1998;
- campeão da Euro 2000;
- melhor jogador da Copa de 2006;
- autor de gols decisivos em finais.
Mesmo a despedida em 2006 sendo lembrada pela cabeçada em Materazzi, o legado de Zidane segue gigantesco.
Até hoje ele é tratado como um dos maiores jogadores da história da França.
2018: a França voltou ao topo com Mbappé e companhia
Se o título de 1998 representou o nascimento da França como potência, a conquista de 2018 serviu para confirmar que aquilo não tinha sido obra do acaso.
Vinte anos depois, os franceses voltaram ao topo com uma geração completamente diferente — mas igualmente talentosa.
Dessa vez, o comandante era Didier Deschamps, justamente o capitão da equipe campeã em 1998.
A França chegou à Copa da Rússia com um elenco recheado de estrelas:
| Setor | Destaques |
| Goleiro | Hugo Lloris |
| Defesa | Varane e Umtiti |
| Meio-campo | Pogba e Kanté |
| Ataque | Griezmann e Mbappé |
E a campanha foi extremamente consistente.
Os franceses passaram por:
- Argentina nas oitavas;
- Uruguai nas quartas;
- Bélgica na semifinal;
- Croácia na decisão.
Na final, vitória por 4 a 2 e mais uma taça levantada.
Mas o grande nome daquele torneio acabou sendo Kylian Mbappé.
Mbappé virou protagonista muito cedo
Na Copa de 2018, Mbappé tinha apenas 19 anos. Mesmo assim, jogava como alguém muito mais experiente.
Rápido, decisivo e extremamente técnico, o atacante chamou atenção do planeta inteiro durante a competição.
E teve um detalhe histórico: Mbappé se tornou o segundo adolescente da história a marcar em uma final de Copa do Mundo, repetindo um feito que antes pertencia apenas a Pelé.
Desde então, o atacante virou o principal rosto da seleção francesa.
E o mais impressionante é que ele continua muito jovem para os padrões de liderança no futebol internacional.
Isso ajuda a explicar por que tanta gente coloca a França entre as favoritas para a Copa de 2026.
A França quase conquistou o tricampeonato em 2022
Se alguém ainda tinha dúvida sobre a força da seleção francesa, a Copa do Catar praticamente acabou com qualquer questionamento.
Mesmo chegando ao torneio com desfalques importantes, a França alcançou mais uma final de Copa do Mundo.
E não foi qualquer final.
O jogo contra a Argentina entrou imediatamente para a história como uma das decisões mais malucas já vistas no torneio.
Depois de sair atrás no placar, a França buscou o empate. Depois tomou outro gol. Depois empatou novamente.
E grande parte disso aconteceu graças a Mbappé, que marcou três gols na final. Sim: um hat-trick em uma final de Copa do Mundo.
Mesmo perdendo nos pênaltis, os franceses saíram do Catar ainda mais respeitados.
Até porque poucas seleções conseguem disputar duas finais seguidas em um futebol tão competitivo quanto o atual.
O segredo da França está na formação de jogadores
Talvez o maior diferencial da França não seja apenas revelar craques. O ponto mais impressionante é a frequência com que isso acontece.
Enquanto várias seleções passam anos tentando renovar seus elencos, os franceses parecem sempre ter novos talentos surgindo.
Grande parte disso passa pelo trabalho realizado em centros de formação como Clairefontaine, referência mundial na preparação de atletas.
O modelo francês mistura:
- técnica;
- preparo físico;
- disciplina tática;
- inteligência de jogo;
- desenvolvimento coletivo.
O resultado aparece dentro de campo.
De tempos em tempos, novos jogadores assumem protagonismo e mantêm a seleção competitiva.
França chega forte para a Copa de 2026?
Tudo indica que sim. Hoje, a França aparece constantemente entre as favoritas nas projeções estatísticas e nas odds esportivas.
E isso acontece porque a seleção continua reunindo vários fatores importantes:
| Ponto forte | Impacto na equipe |
| Renovação constante | Novos talentos surgem rapidamente |
| Elenco profundo | Muitas opções de alto nível |
| Experiência recente | Equipe acostumada a decisões |
| Velocidade ofensiva | Forte em transições |
| Base consolidada | Trabalho contínuo há décadas |
Inclusive, quem acompanha as movimentações pré-Copa na Vera Bet já percebeu que a França costuma aparecer entre as seleções mais cotadas para conquistar o torneio de 2026.
Curiosidades da França nas Copas do Mundo
A trajetória francesa em Copas também possui algumas curiosidades bem interessantes.
Didier Deschamps fez história de duas formas
Ele foi:
- capitão da França campeã em 1998;
- técnico da França campeã em 2018.
Pouquíssimas pessoas conseguiram esse feito na história do futebol.
Mbappé entrou para um grupo histórico
Com o gol marcado na final de 2018, Mbappé igualou Pelé como adolescente marcando em decisão de Copa.
Zidane brilhou até sem conquistar o título
Na Copa de 2006, Zidane foi eleito o melhor jogador do torneio mesmo com a França perdendo a final para a Itália.
A França já sediou duas Copas
Os franceses receberam o torneio em:
- 1938;
- 1998.
E venceram justamente a edição disputada em casa.
A França virou uma das seleções mais temidas do futebol atual
Durante muito tempo, seleções como Brasil, Alemanha e Itália dominavam praticamente todas as discussões sobre favoritismo nas Copas.
Hoje, a França faz parte desse grupo com total merecimento.
Os franceses conseguiram criar algo que poucas seleções possuem atualmente: continuidade.
Mudam jogadores, mudam gerações e o time continua competitivo.
E isso pesa muito em torneios curtos como a Copa do Mundo.
Por isso, muita gente acredita que a França pode chegar ainda mais forte em 2026 — principalmente se Mbappé mantiver o nível apresentado nos últimos anos.
Quantas Copas do Mundo a França tem? Resumo final
A França possui dois títulos da Copa do Mundo, conquistados em:
- 1998;
- 2018.
Mas limitar a seleção apenas ao número de taças talvez seja injusto.
Nas últimas décadas, os franceses se transformaram em uma das equipes mais consistentes do futebol internacional, acumulando finais, campanhas fortes e gerações extremamente talentosas.
De Zidane até Mbappé, a França construiu uma identidade forte dentro das Copas e segue aparecendo entre as favoritas para conquistar mais um título em 2026.
E se você gosta de acompanhar estatísticas, projeções e movimentações das seleções antes do torneio, vale ficar de olho nas análises e odds disponíveis na Vera Bet ao longo do ciclo da Copa.
Afinal, no futebol, muita coisa pode mudar até o apito inicial, mas uma coisa parece certa: dificilmente a França ficará fora da disputa pelo topo.